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Temporada de caça às focas
20 junho 2009


Soneto Jornalístico




Seria eu mais um foca
No mar das informações a navegar?
Seria eu mais um jornalista
Com um diploma a apresentar?

Existia entre nós uma crença
De um profissional qualificado
Mas o nosso sonho foi...
Tristemente usurpado.

Como resolver a situação?
Através de lei é uma resposta,
Mas unir a classe é uma aposta.

Junto a sociedade ser composta
Para ter força e mobilização.
E conseguir a solução.


[Após meses de reformulação técnica, recursos humanos, legislações, enfim...
ressurgindo este canal de comunicação social com seu público!]

Escrito por Trusk em 19:31 :

Sobre as cotas nas universidades
21 julho 2008

Ponto

No último dia 11 deste mês, o Conselho Universitário (CONSUN), da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), deliberou pela autorização da política de cotas no acesso à instituição, de acordo com o “Programa de Ações Afirmativas para a UESPI: acesso e permanência com diversidade social e étnico-racial”.

Vão ser 10% do total de vagas, ofertadas no vestibular, a estudantes oriundos de escolas públicas, que tenham cursado todo o ensino fundamental e médio em escolas da rede pública federal, estadual ou municipal do território brasileiro. Metade destas vagas serão ainda destinadas ao aluno de escola pública que se autodeclarar negro. O sistema de cotas passa a ser oferecido já no Vestibular 2009.

UESPI terá cotas raciais

Recentemente, a Universidade Federal do Piauí (UFPI) também começou a adotar a política de cotas: a instituição iniciou a partir do ano de 2007, que à época destinava 5% das vagas para alunos oriundos da rede pública. A partir do próximo ano, esse percentual aumentará para 20%. O pró-reitor de ensino de graduação da UFPI, Newton Freitas, disse ao Acessepiauí que a medida é importante por promover a inclusão social. Na UFPI não há cotas raciais.

A política de cotas nas universidades é algo que vem sendo defendido no âmbito da administração pública federal. O ministro da Educação, Fernando Haddad, declarou à Agência Brasil que “nada mais justo, no momento em que a universidade pública cresce, discutir a melhor forma de repartição dessas vagas entre os diversos segmentos e camadas da sociedade. Não é dividir o mesmo, é dividir mais”.

A fala do ministro é referente à aprovação do PL 546/2007 que reserva metade das vagas das instituições federais de educação profissional e tecnológica e das universidades a estudantes que tenham cursado todo o ensino fundamental em escola pública. O projeto foi aprovado na primeira semana de julho pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Contraponto

Sou a favor da política de cotas sociais nas universidades como medida paliativa. Sou contra as raciais, pois os negros das camadas mais baixas já serão contemplados com as sociais.
As cotas, assim como programas como o ProUni, do Governo Federal, devem ser aplicados com cuidado. É preciso se estabelecer prazos para até quando poderão ser empregados, garantindo que não se tornem, em vez de paliativos, medidas permanentes. Cotas e ProUni devem ser somente paliativos.
Cotas e ProUni devem ser somente paliativos

Simultaneamente à execução desses projetos (que devem ser temporários), deve haver investimento maciço e eficiente na educação básica, para que, a médio prazo, o ensino de qualidade seja a real saída para a conquista da igualdade entre alunos da rede pública e da privada, na disputa por uma vaga na universidade.

O problema é que as organizações públicas não funcionam. Há, no Brasil, uma cultura enraizada de que o trabalho em órgãos públicos não é para ser levado a sério. E não é para ser assim. Há vários pontos que contribuem para que essa conjuntura prevaleça: os baixos salários, administração falha, a corrupção, a falta de compromisso, as situações salariais díspares dentro da organização pública, a falta de valorização dos profissionais...

Só para se ter uma idéia, um policial rodoviário federal em início de carreira, com ensino médio, ganha em torno de R$ 8 mil. Ele deveria ganhar muito mais, inclusive. O problema é que um professor doutor, em fins de carreira, ganha cerca de R$ 5 mil. Isso é que está errado.

Espero que o professor comece a ser mais valorizado, pois só com uma boa educação e incentivo à construção de conhecimento, através da pesquisa, é que um país pode crescer. A aprovação de um piso salarial de R$ 950 para os professores brasileiros já é um começo, para um caminho longo que o Brasil ainda precisa trilhar. Em um melhor estágio desse caminho, a educação pública deverá ser melhor e as cotas não mais necessárias.

Escrito por Fernanda Dino em 21:55 :

Edital - Trabalhos científicos.
03 março 2008

Podem inscrever trabalhos científicos docentes, formandos e acadêmicos de qualquer área, desde que o trabalho esteja relacionado diretamente e tenha diretrizes voltadas para a comunicação social.

O trabalho precisa ser enviado para o e-mail semanadacomunicacao2008@yahoo.com.br, no formato Word ou PDF, podendo ser artigos científicos, pesquisas científicas com resultados parciais ou concluídas, projetos de pesquisa, ou trabalhos de conclusão de curso (TCCs).
Cada participante só pode inscrever um trabalho.

O envio do trabalho ao e-mail da Comissão Organizadora deve ser realizado após o ato de inscrição, no prazo de 10 a 26 de março, no horário normal das inscrições comuns. Quem for apenas apresentar o trabalho paga uma inscrição de 10(dez) reais, e quem for apresentar participando da programação da semana paga a quantia de 20(vinte) reais.

Os trabalhos devem seguir as normas da ABNT, de observância obrigatória e responsabilidade exclusiva dos inscritos.

Cada apresentador terá o tempo de 20 minutos para apresentação oral, acesso à Data Show, Computador, ou retro-projetor, devendo informar no ato da inscrição o que vai ser necessário para a apresentação. O apresentador precisa entregar um resumo expandido do trabalho (três páginas) para contemplação dos docentes da banca, no dia da apresentação.

A confirmação da inscrição do trabalho será enviada por e-mail, no formato aceite. Caso o trabalho não seja aceito ou não hajam mais vagas para apresentação, o inscrito é ressarcido completamente, exceto se optar por participar da programação da semana.

O trabalho será avaliado por uma banca composta por três docentes, que darão notas individuais, de 1 a 10, sendo a média aritmética das notas o conceito da apresentação, que estará presente no certificado do apresentador.

A quantidade de vagas estimadas para apresentadores de trabalhos dependerá da quantidade de componentes para as bancas, variando entre 15 e 30.

Escrito por Trusk em 17:01 :

O último texto
23 janeiro 2008

Carlos Rocha
Bem, meus amigos que leram o que escrevi ao longo deste um ano, só me resta dizer muito obrigado neste último texto. Sim, esse será o último texto escrito por mim para este blog. O fim da minha contribuição neste blog é por opção feita por mim logo que começei a escrever para este espaço. Só fazia sentido eu escrever enquanto era estudante, já que a minha proposta era dar um ponto de vista de estudante que não faz parte da direção do Centro Acadêmico.
Pensava em escrever muitas coisas, mas nesse momento só vem a cabeça aspectos mais básicos. Fico feliz por estar concluindo e poder olhar para traz e ter visto que consegui fazer algumas coisas boas no tocante ao movimento estudantil. Tive o prazer de entrar na universidade e ver no Cacos pessoas como o Francisco Lima, a Rosa Rocha, a Patrícia Vaz, Allisson Bacelar entre muitos outros que me chamaram a atenção para o movimento estudantil e depois entrar para a "luta".
Fiz parte de metade de uma gestão e outra por completo, mesmo não conseguindo fazer tudo que queria e tinha por meta. Com a participação no Cacos pude chegar a uma determinação que vou defender sempre: enquanto o movimento estudantil não for atrás de dar solução para os problemas que os estudantes desejam resolver e os levar para o centro das discussões ele permanecerá isolado. Não serei hipócrita e admito que não consegui fazer isso enquanto fiz parte do Cacos, mas vi que somente assim que as coisas podem melhorar.
Acredito que tenha dado o melhor durante o período que fiz parte do Cacos e se não fui buscar fazer parte de outras instâncias de movimento estudantil; acho que foi por saber que através do Cacos poderia dar a minha contribuição para o bom debate que sempre travei na medida do possível. Agradeço a todos os que fizeram parte de gestões comigo, pela ajuda e pela sinceridade durante as gestões; assim como as pessoas que assim como eu buscaram melhorias para os Estudantes de comunicação.
Abraços a todos e a gente se encontra por aí!

P.S.: A minha monografia foi "Discurso Político na editoria de municípios dos jornais Meio Norte e O Dia" e consegui 9,1.

Escrito por Carlos Rocha em 21:31 :

Direitos Humanos é destaque na UFPI
19 janeiro 2008

Carlos Rocha
Projeto “Educar para a Cidadania Democrática e para os Direitos Humanos” fez reunião na UFPI. A ação denominada Programa Educação em Direitos Humanos e objetiva oferecer condições para o fortalecimento institucional dos Comitês Estaduais de Educação em Direitos Humanos e a capacitação dos (as) educadores (as) e gestores (as) da Educação Básica em educação em direitos humanos, as lideranças da sociedade civil e os membros do CEEDH - PI.
O Curso de Especialização em Educação em Direitos Humanos que será oferecido como contrapartida da UFPI é uma iniciativa dos professores que diferente da prática não será cobrado taxa para os alunos e os professores não receberão pro labore e assim como as Coordenações Executiva e Adjunta.

Escrito por Carlos Rocha em 21:55 :

Idéia de jerico
10 janeiro 2008

Carlos Rocha
Estamos em "férias". Tudo parece que funciona em marcha lenta, até a cabeça de muita gente. No Congresso Nacional está tramitando uma lei que proíbe cópias de livros (o que já é proibido por lei), com a diferença que proibe a presença de fotocopiadoras (as máquinas de xerox) dentro das universidades.
O bem afortunado deputado federal que inventou o projeto de lei (ainda não aprovado) não faz nenhuma consideração às pessoas que não podem comprar livros de R$ 100 reais a unidade. Para ele são todos criminosos por utilizarem as cópias fotocopiadas. O mais risível da história toda é que as universidades iriam fazer a fiscalização da lei. Vamos combinar: em universidades que precisam de gente para tantas coisas, vão se deslocar profissionais para serem bedéis contra máquinas de xerox?
Ainda bem que o projeto anda em conjunto com outro que prevê a autorização de cópias para estudantes. Para saber mais a respeito do assunto clique aqui.

Escrito por Carlos Rocha em 21:51 :

Semana de comunicação 2008
12 dezembro 2007

Carlos Rocha
A notícia pode até ser meio velha, mas acho que vale a pena. Está em processo de organização a semana de comunicação 2008. O evento foi aprovado na Assembléia Estudantil que aconteceu no final do mês passado e promete ter discussões bem abrangentes tanto a respeito de formação quanto do mercado jornalístico atual.
Com um projeto que promete ser bastante abrangente a mídia local será discutida não no sentido de somente apontar os problemas sem maior profundidade, mas buscando mostrar os vários lados dentro da disucssão. A respeito da formação do estudante de comunicação o projeto da semana de comunicação a partir do que observei promete também questionar como esta formação cria os profissionais.
Estou confiante quanto a realização do evento que será em março de 2008. Como nessa época já não serei mais estudante, que as pessoas que estão organizando possam ter toda a sorte possível para realizar o evento.

Escrito por Carlos Rocha em 20:13 :